sexta-feira, 13 de maio de 2011

Aconteceu na terra dos mouros Mafrenses

Ontem fui ao Palácio de Mafra com a minha mais-que-afável turma, a propósito do Memorial do Convento, para os que não ainda não tiverem chegado aí.
Até que não foi uma visita de estudo cruel de todo, à excepção dos imbecis da outra turma que eram mais irritantes e mais sem graça do que o Malato, e de cada vez que abriam a boca, a minha vontade era esta:

Tirando esse pormenor a viagem correu bem, tendo em conta que tive de me levantar às 05:30 e estava a implorar por uma cama grande e grossa para dormir.
Quando chegámos lá assistimos à representação teatral do romance, e estava eu sentada no banquinho, quando aparece o Baltazar.
Que gostosidade de homem! 

A minha reacção ao vê-lo deve ter sido assim:


No entanto, as coisas que me passavam pela cabeça eram estas:


(e eu que achava que os mouros não se comparavam em gostosidade com os do Norte)

Eu bem sei que a ACRM sofreu muito comigo sempre a falar do gostoso, mas ela terá de admitir que teve os mesmos pensamentos que eu :P
Depois da peça, bla bla bla, fomos almoçar, bla bla bla, fizémos uma visita guiada ao Palácio, bla bla bla, e viemos embora. A epicidade retornou ao nosso mundo quando na estação de serviço de Coimbra, ao falarmos da história, a porca n.º1 revelou que quando leu o livro, não percebeu de onde vinha o sangue com que Blimunda pinta o peito do Baltazar, quer dizer, pensava que ela tinha picado o dedo no espigão dele.

Ora, isto deveria ter mais piada, sabendo que ATÉ a porca n.º2 percebeu a badalhoquice do Saramago. ATÉ A PORCA N.º 2!!!

No resto da viagem a javardice continuou com o resto das porcas e a badalhoca (que segundo a porca n.º2 sou eu), principalmente com uma espécie de 'Quem é quem- gostosos do planeta Terra com quem as porcas e a badalhoca têm fantasias'.


Vá, pronto, porca n.º1, um dia vais rir-te disto tudo, eu prometo. E até te deixo um gif que sei que vais gostar :)


1 comentário:

  1. Adoro Mafra. É uma verdadeira demonstração da arrogância... Perdão, grandiosidade dos nossos reis.

    ResponderEliminar